Claramente, há dois tipos de pessoas: os modinhas e os anti-modinhas. Os modinhas são aqueles que seguem as tendências da MTV ou da nova coleção da Colcci. O outro grupo não. Eles são alternativos. Batem no peito e dizem “Não sigo a massa.” Ok.
Já vi gente que parou de ouvir certa banda porque o bendito single tocava nas rádios POPs – leia-se popular. Porra. Se a música é boa, te faz bem, vai tomar no cu. Pára de graça. Quem se importa com o que você gosta? Eu não. De verdade.
O problema é esse, as pessoas pensam tanto na opinião alheia que perde sua personalidade. Repito, não que eu me importe. Mas imagina o quanto isso não atrasa a evolução. Você pega um grupo de jovens da mesma tribo e pergunta a opinião de cada um sobre uma coisa, sei lá!, qualquer coisa. Mas na frente de todos, para que eles possam ouvir a resposta do amigo.
EU DUVIDO que se de um grupo de 8 pessoas apareça mais que 3 respostas diferentes. Ainda chuto que o cara não consegue formar uma frase com mais de 6 palavras sem gaguejar. Óbvio que elas podem ter a mesma opinião, mas nós dois sabemos que não é o caso.
Pessoas assim são broxantes e desinteressantes. São como cavalos com aquelas merdas que eu esqueci o nome que só enxergam o que tá na frente, não tem a mente aberta. Repudia o novo, descaso pelo conhecimento.
Agora pensa comigo.
Tudo que eu escrevi aí em cima também serve para os modinhas. Ou você acha que os que recebem informação sem examiná-las, leia-se modistas, tem poder crítico?
Pois é. O meio termo na maioria das vezes é o ponto forte. Eu enxergo as coisas muito melhor de cima do muro.
